A professora Rosilene Paganotti, coordenadora do Centro de Excelência e Inovação em Produtos Alimentícios Artesanais (CEIPArte) do Instituto Federal de Minas Gerais – Campus Formiga, participou do III Seminário Brasileiro de Cachaça de Alambique e do VII Seminário Mineiro de Cachaça de Alambique. Com o tema “Cachaça e Tecnologia: Rumo à Inovação Sustentável”, o evento foi realizado entre os dias 16 e 18 de abril, na Universidade Federal de Lavras (UFLA) e reuniu produtores rurais, pesquisadores, técnicos, estudantes, representantes institucionais e apreciadores do setor.
Durante o seminário, foram estabelecidas e consolidadas parcerias institucionais e apoios estratégicos às ações desenvolvidas pelo CEIPArte/IFMG. Entre os destaques está o apoio técnico do Departamento de Química da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) aos projetos de pesquisa do Centro de Excelência, formalizado a partir de articulação com a chefe do departamento, Arilza de Oliveira Porto.
Também foi firmado apoio técnico junto ao Conselho Regional de Química de Minas Gerais (CRQ/MG), por meio de diálogo com seu presidente, Wagner José Pederzoli. Soma-se a essas iniciativas a parceria com Maria das Graças Cardoso, docente do Departamento de Química da UFLA e referência internacional em pesquisas voltadas à cachaça de alambique, o que agrega valor científico e tecnológico às atividades do CEIPArte.
Paralelamente, foram realizadas interlocuções voltadas ao fortalecimento dos Arranjos Produtivos Locais (APLs) nas regiões de atuação do IFMG. Nesse contexto, destaca-se o encontro com o subsecretário de Ciência, Tecnologia e Inovação de Minas Gerais, Lucas Mendes de Faria Rosa Soares, com foco na ampliação de políticas públicas e incentivos à inovação no setor.
De acordo com a coordenação do CEIPArte, a consolidação dessas parcerias fortalece a integração entre ensino, pesquisa e extensão, amplia o acesso à infraestrutura técnica e científica, potencializa a captação de recursos e impulsiona a inovação aplicada. As articulações também contribuem para o desenvolvimento sustentável das cadeias produtivas de alimentos artesanais, promovendo a valorização de produtos regionais, o apoio aos produtores locais e a difusão de tecnologias que elevam a qualidade e a competitividade dos produtos.

